09/10/2010
06/10/2010
Lenda viva: Stan Hope
Foi conversando com Mr. Cordeiro sobre o pianista James Williams, morto em 2004 aos 53 anos, que lembrei de Stan Hope, uma dessas jóias antigas do jazz que devemos conservar com todo o carinho e cuidado. Minha estima tem particular simpatia por ser ele um autodidata, característica abominada por alguns, mas que a mim demonstra a forte musicalidade que alguns humanos especiais apresentam. Foi ouvindo a banda de Count Basie, que na época contava com músicos como Lester Young, Buck Clayton e Freddie Green, que Stan descobriu o que queria fazer na vida: tocar. Assim é que começa a dedilhar por conta própria o piano que sua mãe comprou quando contava com 10 anos de idade. Da tia, ganhou alguns álbuns de Errol Garner que iriam ampliar sua noção do instrumento. Contudo, em 1949 inicia a carreira profissional tocando guitarra, recebendo suas primeiras aulas formais de piano apenas em 1959. É na Costa Oeste que consolida sua reputação como pianista, trabalhando ao lado de músicos como Coleman Hawkins e Hank Mobley e frequentando alguns dos mais importantes clubes de New York, como o Birdland, o Blue Note e o Village Vanguard. Durante um longo período de sua carreira, Stan acompanhou a vocalista Etta Jones, bem como o saxofonista Houston Person, músicos com os quais grava constantemente.
Embora não conste em nenhum guia de jazz que eu conheça, Stan costuma ser identificado como um importante pianista do mainstream jazz, com forte influência de Erroll Garner e Bud Powell. Em minha opinião, Stan ultrapassa com espontaneidade as fronteiras do Bebop, sendo capaz de transitar pelo Hard Bop e pelo Post Bop com fluência e criatividade, lembrando algumas vezes os ensinamentos de mestres como Red Garland e Mal Waldron. Embora tenha gravado pouco como líder, considero o álbum Put on a Happy Face essencial à discoteca de qualquer interessado sério do jazz. Gravado em 2004 para a Savant, Stan conta com a presença feliz de Houston Person (ts), Ray Drummond (b) e Kenny Washington (d). Para os amigos, fica a faixa Then I'll Be Tired of You
Embora não conste em nenhum guia de jazz que eu conheça, Stan costuma ser identificado como um importante pianista do mainstream jazz, com forte influência de Erroll Garner e Bud Powell. Em minha opinião, Stan ultrapassa com espontaneidade as fronteiras do Bebop, sendo capaz de transitar pelo Hard Bop e pelo Post Bop com fluência e criatividade, lembrando algumas vezes os ensinamentos de mestres como Red Garland e Mal Waldron. Embora tenha gravado pouco como líder, considero o álbum Put on a Happy Face essencial à discoteca de qualquer interessado sério do jazz. Gravado em 2004 para a Savant, Stan conta com a presença feliz de Houston Person (ts), Ray Drummond (b) e Kenny Washington (d). Para os amigos, fica a faixa Then I'll Be Tired of You
03/10/2010
Seminário Mindlin 2010 - O futuro das bibiotecas
O Seminário Mindlin 2010, "O Futuro das Bibliotecas", convida intelectuais e profissionais das comunicações, da arquitetura e das políticas públicas a se reunirem para debater o Futuro das Bibliotecas.
Programação:
13/10 (QUARTA-FEIRA)
19:30
Sessão de abertura
Homenagem a Dr. José Mindlin
Lançamento da Brasiliana Digital
Versão 2.0
Inscrições: As inscrições são gratuitas e serão realizadas no local e dias do evento.
Certificados: Os certificados serão emitidos eletronicamente e enviados por e-mail.
14/10 (QUINTA-FEIRA)
14:00
Novas Casas: Arquitetura das Bibliotecas
. Ana Paula Megiani — Coordenação
. Angelo Bucci
. Eduardo de Almeida
. Rodrigo Loeb
16:00 Coffee break
16:30
Novas Formas: e-livros
. Edson Gomi — Coordenação
. Matinas Suzuki
. Diego Andrade de Mello
. Susanna Florissi
15/10 (SEXTA-FEIRA)
14:00
Novos Olhares: Leitores nas Bibliotecas Digitais
. Esmeralda Vailati Negrão — Coordenação
. Idelber Avelar
. Roberto Taddei
. Maria Clara Paixão de Sousa
16:00 Coffee break
16:30
Novos Marcos: Políticas Públicas para Acervos Digitais
. Sueli Mara Soares Pinto Ferreira — Coordenação
. Manuel J. Pereira dos Santos
. Samuel Barichello
. Marcos Wachowicz
EVENTO E PALESTRANTES
A construção e a difusão do conhecimento passam por transformações importantes neste início de século.
Cada vez mais, o meio digital se afirma como esfera privilegiada de circulação da informação. É o momento de repensarmos a relação entre o leitor e o livro nos (novos) espaços de leitura.
O Seminário Mindlin 2010, "O Futuro das Bibliotecas", convida intelectuais e profissionais das comunicações, da arquitetura e das políticas públicas a se reunirem para debater este tema. As experiências e reflexões em torno de diferentes espaços para o livro, diferentes formas do livro e diferentes olhares sobre o livro nos permitirão discutir os caminhos que despontam para os novos significados dessas relações e os novos sentidos das Bibliotecas.
Angelo Bucci - Arquiteto e urbanista, desde 2003 dirige o escritório SPBR arquitetos. Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, é Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, na mesma universidade.
Eduardo de Almeida - Arquiteto e urbanista, é responsável pelo projeto arquitetônico da Brasiliana USP. Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo, foi professor na mesma universidade.
Rodrigo Loeb - Arquiteto e urbanista, é responsável pelo projeto arquitetônico da Brasiliana USP. Mestre em Energia e Meio Ambiente pela Architectural Association Graduate School, é professor na Faculdade Belas Artes e na Escola da Cidade.
Matinas Suzuki - Jornalista, é editor de comunicação da Editora Companhia das Letras. Trabalhou em diversos veículos de comunicação, entre eles a Folha de São Paulo e a TV Cultura.
Diego Andrade de Mello - Empresário, é sócio-diretor da Mix Tecnologia, empresa criadora do Mix leitor D, primeiro leitor de livros eletrônicos desenvolvido com tecnologia de software nacional.
Susanna Florissi - Editora e escritora, é diretora da Editora SBC Internacional. Formada na Universidade Católica de Pernambuco, é pós-graduada em teoria da literatura.
Idelber Avelar - Doutor em literatura comparada pela Duke University, é professor na Tulane University, especialista em ficção latino-americana contemporânea, teoria literária e estudos culturais. Mantém, desde 2004 o blog "O Biscoito Fino e a Massa".
Roberto Taddei - Escritor e jornalista, é mestre em Escrita Criativa pela Columbia University. Professor de Escrita Criativa na Academia Internacional de Cinema e no Instituto Superior de Educação Vera Cruz, é Presidente do Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais e membro da Casa da Cultura Digital.
Maria Clara Paixão de Sousa - Doutora em linguística pela Universidade Estadual de Campinas, é professora da Universidade de São Paulo e coordenadora de pesquisas do Laboratório Brasiliana USP.
Manuel J. Pereira dos Santos - Advogado, é Coordenador do Programa de Especialização em Propriedade Intelectual da Fundação Getúlio Vargas. Mestre e Doutor em Direito pela USP, foi presidente da Associação Brasileira de Direito Autoral.
Samuel Barichello - Coordenador-Geral de Regulação em Direitos Autorais da Diretoria de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura.
Marcos Wachowicz - É professor de Direito na Universidade Federal de Santa Catarina e atual Coordenador-líder do Grupo de Estudos de Direito Autoral e Informação – GEDAI. Membro da Associação Portuguesa de Direito Intelectual e associado do Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual, bem como da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
John Lester - Desempregado, Ex-Comendador-Geral dos Portos da Barra do Jucu e Adjacências. É o encarregado pelo frete da Casa Bonita Arte & Objetos. Especialista em traças e fungos.
LOCAL: Casa de Cultura Japonesa - Av. Professor Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - USP
LOCAL: Casa de Cultura Japonesa - Av. Professor Lineu Prestes, 159 - Cidade Universitária - USP
01/10/2010
Marvada
Por definição, a cachaça é a aguardente de cana que possui teor alcoólico entre 38% e 48%. Ela pode ser classificada como branca – em geral, engarrafada logo depois de produzida – ou envelhecida, com cor, aroma e sabor alterados pelo armazenamento em barris de madeira por um ano, no mínimo. A envelhecida pode ou não ser misturada a uma medida de destilado recém-produzido. Quando isso não acontece, ela recebe a qualificação premium ou extra premium (se passa mais de três anos armazenada).
Há ainda a adoçada, com concentrações de açúcar superiores a 6 gramas por litro. Como existem mais de 4 000 marcas de cachaça produzidas de norte a sul do país, VEJA convidou seis especialistas para estabelecer um ranking das melhores, divididas entre brancas e envelhecidas. Cada jurado enviou uma lista com dez sugestões de sua preferência por categoria. Do cruzamento das listas, chegou-se às cinco melhores em cada uma delas. Todas foram degustadas e avaliadas com notas de zero a 10 no restaurante Mocotó, em São Paulo.
Fonte: Revista Veja
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