19/07/2012
7º Festival Amazonas Jazz
Destaques:
24 de Julho de 2012, 19:00 Horas
Amazonas Band Convida Gilson Peranzetta e Mauro Senise Gilson Peranzzetta, piano Mauro Senise, saxofones e flauta veja mais .
24 de Julho de 2012, 21:00 Horas
O Zimbo Trio, surgido no auge de um movimento de renovação da música brasileira – a bossa nova -, era veja mais .
25 de Julho de 2012, 1900 horas
Carioca da gema, a cantora, compositora, arranjadora e instrumentista, Joyce Moreno tem em sua bagagem uma extensa discografia veja mais .
25 de Julho de 2012, 21:00 Horas
Liebman figura entre os mais importantes saxofonistas da música contemporânea… um líder e artista íntegro e independente veja mais .
26 de Julho de 2012, 21:00 horas
Formado em 1979, o quinteto Pau Brasil é um dos principais pontos de referência da música instrumental brasileira veja mais .
26 de Julho de 2012, 19:00 horas
Liebman e Marcelo apresentarão em conjunto com a Amazonas Band, Rites of Passage, peça composta por Ed Sarath, originalmente gravada veja mais .
27 de Julho de 2012, 21:00 horas
Embora atuassem esporadicamente juntos em diversos projetos desde há mais de 25 anos, a parceria musical entre Roberto veja mais .
27 de Julho de 2012, 19:00 horas
Teixeira de Manaus, saxofonista amazonense, é A referência quando se fala de um gênero musical tipicamente amazônida veja mais .
28 de Julho de 2012, 21:00 horas
Ron Carter figura entre os mais originais, prolíficos e influentes baixistas da história do jazz.Com participações veja mais .
28 de Julho de 2012, 19:00 horas
Nascida em Manaus, a cantora Karine Aguiar está envolvida na música desde sua adolescência. Seus estudos vocais veja mais .
29 de Julho de 2012, 19:00 horas
Deodato começou cedo tocando acordeom e piano no Rio de Janeiro, onde nasceu. No final dos anos 50 se aproximou de músicos veja mais .
Mais informações: http://www.festivalamazonasjazz.com.br
13/07/2012
Quando um músico de jazz brilha na música clássica
Daniel Harding e Stefano Bollani, o primeiro é um dos maestros mais procurados; o último, um pianista de jazz que também brilha na música clássica.
Ambos foram convidados pela reconhecida Orquestra de Santa Cecília em Roma para tocarem no Auditório que já é um ponto de passagem obrigatório para as estrelas internacionais.
Uma abertura memorável: “Assim Falou Zaratrustra” de Richard Strauss. A dirigir a orquestra de Santa Cecília no Auditório de Roma esteve o britânico Daniel Harding.
Mas o destaque do concerto foi o músico italiano de jazz Stefano Bollani que maravilhou com a sua interpretação do Concerto para Piano em Sol Maior de Maurice Ravel.
“À excepção do segundo movimento, trata-se de uma peça plena de energia, repleta de acentos e pequenos detalhes – acho que Ravel chamaria a isso de ‘jazz’.
Não tanto o aspecto da improvisação mas todos estes acentos irregulares… o que soa a Big Band americana. E não é por acaso que este concerto foi composto depois de uma viagem à América e de ele ter ouvido jazz verdadeiro” afirman Bollani, “Ravel foi apelidado de ‘relojoeiro suíço’ pelo seu amigo entre aspas, Stravinsky, porque ele trabalhava muito bem os pequenos detalhes mantendo contudo uma atitude impessoal. É claro que não se deve executar esta peça de forma fria mas é possível acrescentar uma espécie de camada de gelo, o que é apropriado no caso de Ravel. Ele é frequentemente considerado como um compositor romântico mas na minha opinião, esse elemento delicodoce está ausente na música de Ravel”, conclui o músico italiano.
Mas o que é que um maestro de nível mundial como Daniel Harding sente ao ver um músico de jazz como Bollani interpretar uma peça clássica?
“O que de facto gosto é que ele toca esta peça de forma totalmente despretensiosa. Ele adora esta obra, está em harmonia com a sua infinita energia. No segundo movimento, com esta linha harmónica belíssima e extraordinária… e, claro, enquanto músico de jazz, ele tem um ouvido incrível para a harmonia… mas a sua abordagem é diferente da nossa, existe algo de muito belo na maneira de tocar que é honesta e inocente. Ele executa a peça de uma forma que me faz gostar dela, ou que me faz lembrar o gosto que sinto por ela, e isso é genial”, adianta o maestro britânico.
Nesta história pode escutar excertos de “Assim Falou Zaratrustra” de Richard Strauss e “Concerto para Piano em Sol Maior” de Maurice Ravel.
Um agradecimento especial ao Hotel de Russie em Roma que amavelmente ofereceu o local para a entrevista com o maestro Daniel Harding.
Para mais excertos da nossa entrevista (em italiano) com o pianista Stefano Bollani, por favor clique no link seguinte: Intervista (con bis) con Stefano Bollani.
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28/05/2012
Bourbon Festival Paraty
Paraty se prepara para receber nesse mês de junho mais um grande evento de música - o festival de jazz Bourbon Festival Paraty. O evento espera atrair um público de 20 mil pessoas por noite e ocupar 80% dos hotéis da cidade. - Acredito que pelo fato do festival receber artistas de diversos países, isso chama a atenção dos turistas. Por isso sempre esperamos um grande movimento, e acredito que nesse ano não será diferente - afirmou o proprietário de um restaurante no centro da cidade, Luciano Borges de Almeida. O gerente de uma pousada na Praia do Pontal conta que o estabelecimento já possui 70% dos quartos reservados para as pessoas que irão prestigiar o evento. - Geralmente, os turistas estrangeiros são mais precipitados, e fazem a reserva bem antes. Mas, além deles, recebemos pessoas de várias cidades do Brasil também, principalmente de São Paulo. O festival sempre movimenta bem a cidade, e com certeza agrada os comerciantes de todos os setores. Um evento desse porte é bom porque movimenta todas as áreas da cidade, nem falar que é muito gostoso de participar - disse o gerente Mathias Alvarenga.
A quarta edição do Festival de Jazz & Blues de Paraty, entre 01 e 03 de junho, trará muitos artistas entre eles o trombonista Delfeayo Marsalis (irmão de Wynton e Branford Marsalis), o virtuose da guitarra slide Roy Rogers, o trompetista Leroy Jones (um dos melhores de New Orleans) e Zélia Duncan cantando um repetório especial de blues, folk e rock, entre outros.
Todos os shows serão gratuitos, em dois palcos ao ar livre, nas praças da Matriz e da igreja Santa Rita. Haverá artistas que atuarão como buskers (músicos de rua), em vários pontos do Centro Histórico. Estão no elenco também as cantoras Cynthia Gurtley, Yolanda Windsay, Yael Naim (da França) e Sara Pi (Espanha); o trompetista Shamarr Allen; o pianista Donny Nichilo com naipe de metais; o Duofel com seu projeto Beatles; os guitarristas André Christovam (com o violinista Cássio Poleto) e Dedeco; o flautista Vinicius Gonçalves, de apenas doze anos; os grupos São Paulo Ska Jazz (com participação de Fernanda Porto), Reverendo Franklin e Orleans Street Band.
Além dos shows, haverá exibição de filmes musicais no Cine Paraty; exposição de fotos de jazz na galeria Zoom de Fotografia, e estande de CDs ao lado do palco principal. O evento é realizado pelo ministério da Cultura e produzido pelo Bourbon Street, de São Paulo.
Confira a programação completa:
01/06
Cynthia Girtley / Delfeayo Marsalis / Reverendo Franklin - Palco da Matriz
02/06
Orleans Street Band e buskers - vários horários e locais
Donny Nichilo - Palco Santa Rita
Roy Rogers / São Paulo Ska Jazz com Fernanda Porto / Shamarr Allen - Palco da Matriz
03/06
Orleans Street Band e buskers - vários horários e locais
Duofel / André Christovam com Cássio Poletto - Palco Santa Rita
Leroy Jones featuring Yolanda Windsay / Yael Naim / Zélia Duncan - Palco da Matriz
25/05/2012
Os melhores discos de sax tenor de todos os tempos
A matéria principal da edição deste mês de junho da Jazz Times tem como título The top 50 tenor sax albums of all time. Segundo o editor da referencial revista, Evan Haga, a ideia surgiu da constatação da importância do instrumento no desenvolvimento dos diversos estilos de jazz, a partir da década de 1930, e da sua condição de “ícone cultural” desse modo de expressão musical nascido em Nova Orleans, no início do século passado, desenvolvido em Chicago e Nova York, e hoje disseminado pelo mundo todo. A JT convidou 50 críticos e/ou músicos para a tarefa de nomear de cinco a 10 álbuns (Lps, Cds ou faixas de discos) contendo “grandes performances” que “ajudaram a formar a tradição do saxofone tenor no jazz”. Feitas as contas, não houve grandes surpresas. Dentre os 10 registros fonográficos que obtiveram mais pontos, seis foram de John Coltrane e Sonny Rollins. O primeiro encabeçou a lista com A love supreme (Impulse, 1965), chegou em terceiro com Giant steps (Atlantic, 1960) e em nono por conta de Crescent (Impulse, 1964). Os álbuns de Rollins com mais citações foram: Saxophone colossus (Prestige, 1956), 2º no cômputo geral; The Bridge(Bluebird, 1962), 7º; Way out west (Contemporary, 1957), 10º.
Os outros quatro saxofonistas tenores que mereceram o mesmo destaque (10 primeiros dos 50 top albums) foram: Coleman Hawkins (4º), por seu solo sobre Body and soul (1939), hoje constante de uma compilação da RCA, editada em 1996; Lester Young (5º), tal como registrado na antologia da Mosaic intitulada Lester Young with Count Basie, 1936-1940; Wayne Shorter (6º), pelo LP Speak no evil (Blue Note, 1965); Paul Gonsalves (8º), por seu célebre solo de 27 choruses em Diminuendo and crescendo em blue, faixa do LP Ellington at Newport (Columbia, 1954).
Na relação da JT dos top 50 álbuns de saxofonistas tenores de todos os tempos, Coltrane e Rollins aparecem também, cada um deles, em outras quatro gravações, como líderes ou em destaque. Trane por sua atuação em Kind of blue (Columbia, 1959) — a lendáriamasterpiece de Miles Davis — e ainda em John Coltrane and Johnny Hartman (Impulse, 1963), The complete 1961 Village Vanguard recordings (Impulse) e Lush life (Prestige 1961). Sonny Rollins por: A night at The Village Vanguard (Blue Note, 1957); Our man in jazz (RCA, 1962); Sonny side up (Verve, 1958), na companhia do parkeriano Sonny Stitt;Sonny meets Hawk (RCA, 1963), o encontro único em disco com o mestre Coleman Hawkins.
O grande e muitas vezes esquecido Joe Henderson (1937-2001) teve expressivo reconhecimento na eleição promovida pela JT. Cinco álbuns de sua notável discografia para o selo Blue Note foram escolhidos entre os top 50: Inner urge, 1965 (17º); Mode for Joe, 1966 (22º); In’n out, 1964 (25º); The state of the tenor/Live at The Village Vanguard, 1985 (30º); Page one, 1963 (36º).
A revista também publicou os votos dos eleitores convidados, destacando tenoristas que se notabilizaram nas últimas três décadas, como Joe Lovano e Chris Potter.
Joe Lovano votou nas seguintes performances: Coltrane’s sound (Atlantic, 1960), gravado por John Coltrane nas mesmas sessões que renderam o antológico My favorite things; Our man in jazz, Sonny Rollins; Speak no evil, Wayne Shorter; The chase (MCA, 1952), a lendária sax battle Dexter Gordon-Wardell Gray; In ’n out, Joe Henderson.
As escolhas de Potter foram: A Love supreme, John Coltrane; Newk’s time (Blue Note, 1957), Sonny Rollins; Speak no evil de Shorter, também; Lester Young trio (Mercury, 1951);Inner urge, Joe Henderson. (Fonte: Luiz Orlando Carneiro para o JB Online).
20/05/2012
Rio das Ostras Jazz & Blues Festival
Ocorre, de 6 a 10 de junho, na Região dos Lagos, a 10ª edição do "Rio das Ostras Jazz & Blues". Ao todo, serão cinco dias de festival, com 29 shows gratuitos e mais de 60 horas de música na cidade localizada a 170 km do Rio de Janeiro.
O evento de 2012 irá reviver shows que marcaram os anos anteriores como os de Celso Blues Boy e Roy Rogers, considerado o show de blues mais eletrizante da história do festival. Além disso, esta edição também trará atrações inéditas em seus palcos, entre elas, o pianista Kenny Barron, o saxofonista David Sanborn e os brasileiros Maurício Einhorn, Hélio Delmiro e Cama de Gato.
Em dez anos foram mais de cem bandas e cerca de oitocentas horas de shows. O 1º "Rio das Ostras Jazz & Blues Festival", aconteceu no ano de 2003 com a participação de Nuno Mindelis, Blues Etílicos, Baseado em Blues, Yamandú Costa e Kenny Brown, entre outros. Hoje, ele é considerado o maior evento gratuito do gênero da América Latina.
Serviço:
Rio das Ostras Jazz & Blues Festival
Datas: de 6 a 10 de junho
Horários: 11h15min (Praça de São Pedro), 14h15min (Lagoa do Iriry) 17h15min (Praia da Tartaruga) e 20h (Costazul)
Informações: www.riodasostrasjazzeblues.com
Horários: 11h15min (Praça de São Pedro), 14h15min (Lagoa do Iriry) 17h15min (Praia da Tartaruga) e 20h (Costazul)
Informações: www.riodasostrasjazzeblues.com
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