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Todos já conhecem minha fixação pelo bassoon, aquele instrumento muito esquisito e antigo utilizado pelas grandes orquestras de música clássica. Nessa terceira resenha sobre tão curioso instrumento (já falei antes sobre Michael Rabinowitz e The Bassoon Brothers), trago agora aos amigos argonautas um músico que faz aquele tipo de jazz que me agrada bastante: um post bop leve e inteligente. Adam Smith talvez seja o mais importante fagoteiro (como se denomina um tocador de fagote?) da atualidade, atuando em ambientes clássicos e populares com igual desenvoltura. No Gramophone By John Lester - acima, à direita - deixo a faixa Killer Joe, do álbum Bebop Bassoon gravado em 2004, com Martin Bejerano (p), John Carver Sullivan (b) e Ludwig Afonso (d). Boa audição!
Todos já conhecem minha fixação pelo bassoon, aquele instrumento muito esquisito e antigo utilizado pelas grandes orquestras de música clássica. Nessa terceira resenha sobre tão curioso instrumento (já falei antes sobre Michael Rabinowitz e The Bassoon Brothers), trago agora aos amigos argonautas um músico que faz aquele tipo de jazz que me agrada bastante: um post bop leve e inteligente. Adam Smith talvez seja o mais importante fagoteiro (como se denomina um tocador de fagote?) da atualidade, atuando em ambientes clássicos e populares com igual desenvoltura. No Gramophone By John Lester - acima, à direita - deixo a faixa Killer Joe, do álbum Bebop Bassoon gravado em 2004, com Martin Bejerano (p), John Carver Sullivan (b) e Ludwig Afonso (d). Boa audição!
