Em sua longa carreira no Jazz Tradicional Tito Martino foi aplaudido juntamente com seus diversos conjuntos em Festivais de Jazz em New Orleans, Lyon, Buenos Aires, em Breda (Holanda), em Cheserex e Ascona (Suiça ), gravou 8 LP's e 3 CD's, produziu e apresentou programas de Jazz na TV e FM Cultura, criou e liderou durante 20 anos o extinto Traditional Jazz Band (o original ), criou e dirigiu o OPUS 2004, única casa de Jazz no Brasil. Conversou com Louis Armstrong e Duke Ellington, tocou com Oscar Peterson, Teddy Wilson, Louis Nelson, Cat Anderson, Wally Rose, figuras mitológicas do Jazz, em memoráveis Jam-Sessions. Tito comemorou os 40 anos de sua carreira jazzística produzindo um aplaudidíssimo Concerto no Teatro Municipal de São Paulo. E ainda, em 2001, idealizou e produziu no Memorial da América Latina o Armstrong Memorial Concert, comemorando o centenário de nascimento do "Satchmo", para isso trazendo de New Orleans o Original Dixieland Jazz Band e de Buenos Aires o Porteña Jazz Band. Foram produções gigantescas que ninguém no Brasil conseguiu igualar. O Washington Post e o New York Times publicaram sua foto com destaque e com elogios dos mais respeitados críticos de Jazz norte-americanos. Críticos especializados europeus, gente que verdadeiramente entende de Jazz, reconheceram que ele tem um estilo próprio e não copia ninguém. Tito e seus companheiros tocam o JAZZ CONTEMPORÂNEO e o DIXIELAND PROGRESSIVO porque gostam! E o prazer deles é que você se divirta ouvindo, como eles se divertem tocando. O maior regente brasileiro, o Maestro Diogo Pacheco, apresenta assim o ultimo CD do TITO MARTINO JAZZ BAND, "Classical Jazz Today": "Basta ouvir o CD para constatar que eles chegaram num patamar que poucos atingem. Não sou de elogios. Pelo contrário, sou um chato de muitas exigências. O Tito Martino mais uma vez me conquistou". A maior parte do repertório é inspirada nas raízes do JAZZ TRADICIONAL, a saber, Blues, Ragtimes, Marchas, Valsas, Hinos, Spirituals, Canções Folclóricas inglesas, francesas, espanholas, tudo temperado com o incomparável "swing" proveniente dos tambores africanos. É Jazz autêntico , portanto todos os solos são verdadeiramente improvisados segundo a inspiração do momento: uma alegria expontânea transborda das interpretações e contagia o publico. Não são poucos os que saem dançando pelo salão! Você vai ouvir também Summertime, When the Saints go Marchin'in, Saint Louis Blues, Hello Dolly, mais os sucessos de Duke Ellington, Louis Armstrong, Benny Goodman, George Gershwin, Nat "King" Cole, ou George Lewis (o clarinetista de New Orleans, ídolo do Woody Allen), além de algumas composições de Tito, tudo interpretado de um modo original e criativo, como deve ser o verdadeiro Jazz... que é como tocam sempre... Uma celebração da Vida e da Alegria nos sons quentes e no ritmo sincopado do Jazz!
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24/11/2007
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