15/12/2007

É hoje!

Apesar dos intensos esforços do FCC - Fundo de Combate ao Congo, criado por mim em 2006, parece inevitável que ocorra hoje, a partir das 17h na Ilha das Caieiras, uma apresentação da Banda de Congo Mirin da Ilha. Segue texto e programação enviados por Rogério Coimbra, sócio do Clube das Terças recentemente reprovado por faltas: "O Coral Cristo Rei e a Banda Mirim da Ilha unem-se para uma apresentação dia 15 próximo, sábado, no píer da Ilha das Caieiras, a partir de 17 horas. Trata-se do lançamento do CD Cantigas de Roda – Versões Capixabas, em que a interpretação das cantigas pelo Coral Infantil Cristo Rei se alia a uma apresentação da Banda de Congo Mirim da Ilha das Caieiras. Cada um desses dois grupos de crianças representa uma expressão específica do folclore capixaba: o primeiro, a partir de elementos da tradição européia; o segundo, a partir da incorporação de elementos africanos e indígenas; ambos contribuindo para a riqueza da autêntica cultura brasileira. O CD Cantigas de Roda – Versões Capixabas, baseado em pesquisa feita 60 anos atrás pelo folclorista Guilherme Santos Neves, foi viabilizado pela Lei Rubem Braga de Vitória através de recursos captados junto à Cia. Vale do Rio Doce e conta com direção musical e arranjos de Modesto Flávio, regência de Helder Trefzger e interpretação da cantora lírica Kátya Oliveira e do Coral Infantil Cristo Rei, dirigido por Ronaldo Sielemann. Nele estão presentes canções que pertencem ao imaginário dos adultos que já tiveram o privilégio de viver uma infância livre e literalmente lúdica, entre elas “Carneirinho, Carneirão”, “Terezinha de Jesus”, “Periquito Maracanã”, “Penedo Vai, Penedo Vem”, “Eu Sou Pobre”, “Bela Lilia”, e outras mais, além de uma que, curiosamente, é comum às duas manifestações: “Quebra, Quebra, Gabiroba”. A Banda de Congo Mirim da Ilha é um dos resultados do projeto Congo na Escola, supervisionado pelo Centro Cultural Caieiras – Cecaes, iniciativa do músico Fábio Carvalho, ex-Manimal. O projeto é desenvolvido na ilha das Caieiras, um dos centros mais badalados da cozinha regional de Vitória, conhecido por suas desfiadeiras de siri e acolhedores bares e restaurantes."

11 comentários:

Salsa disse...

Acho que vou até lá, só pra ver a cara extasiada do Lester diante dea performance dos meninos.

Mª. Augusta disse...

Onde pode ser comprado?

Vinyl disse...

Ficarei em casa ouvindo grant green

calangu disse...

é di gratis dona maria

durval disse...

O único inconveniente do congo são os tambores. Tirando isso, adoro.

blue velvet disse...

O único inconveniente no congo é o congo.

Rogério Coimbra disse...

Amigo André:
Obrigado pela força nesse sagrado espaço do jazz. O baticum foi o de menos. Bom foi o agito, o visual, a energia e as casquinhas de siri regadas a cerveja e guaraná e bem apreciadas pelo presidente e seu assessor Achiamé, além de uma extensa comitiva que prefere o anonimato.
Apareça por lá.

Rogério Coimbra disse...

Em tempo:
Apenas um registro. Este sim, é um espaço democrático. Afinal o que não é o jazz senão uma livre expressão. Enquanto alguns sócios do clube se exorcizavam no manguezal ao som de tambores, outros, saboreavam um bom vinho ao som de Monk, outros, roncavam, como o Salsa.Outros, blogueiros, mantiveram-se no silêncio, ocultos.

Salsa disse...

É vero. As garrafas de tempranillo me deixaram "emborcado".

John Lester disse...

Prezado Coimbra, quem me dera poder ir, nem tanto pela música, mas pelos amigos presentes. Infelizmente, vc sabe, meu horário de trabalho impede certos compromissos.

Espero que tenha sido um sucesso. Grande abraço, JL.

Mª. augusta disse...

Calangu, obrigada pela dica "é di grátis", mas onde consegui-lo?